[Resultados] Suiça 0-1 R. Checa (Grupo A)

Junho 7, 2008 · Filed Under Resultados · Comment 

18:53 - Termina a partida.

90′+3 - Braço de Ujfalusi na área checa. O árbitro manda jogar.

Sverkos abandona o relvado de maca.

90′+2 - CARTÃO AMARELO para Tranquilo Barnetta.

90′+2 - Falta muito feia de Barnetta sobre Sverkos, que fica em dificuldades e recbe assistência médica imediata.

A Suíça investe os últimos momentos no assalto à baliza checa.

89′ - Magnin cruza da esquerda, com Derdiyok a cabecear por cima da barra.

87′ - Última substituição nos checos. Sai Jarolim, entra KOVAC.

83′ - Na Suíça, é DERDIYOK a entrar para o lugar de Behrami.

83′ - Na Rep. Checa, VLCEK rende Sionko.

80′ - Vonlanthen acerta na barra, após uma defesa para a frente de Cech a remate de Barnetta. Os co-anfitriões estiveram muito perto do empate. Pediu-se mão de Ujfalusi, após bola dividida com Streller, que Barnetta recuperou.

76′ - CARTÃO AMARELO para o recém-entrado Vonlanthen, por falta sobre Jarolim.

75′ - Alteração na equipa suíça: sai Lichtsteiner, entra VONLANTHEN.

10 - Vaclav Sverkos (avançado)
Idade: 24
Clube: Baník Ostrava
Internacionalizações: 3
Golos: 1

70′ - GOLO DA REP. CHECA. Quando os suíços se preparavam para um contra-ataque após perda de bola de Plasil, Galasek desmarca de cabeça SVERKOS, que surge isolado a fazer o primeiro golo do Euro’2008.

70′ - Sionko, na área, tenta desmarcar Sverkos, mas Senderos afasta pela linha de fundo.

Enquanto a sua equipa domina o encontro, Alexander Frei regressa às bancadas, apoiado numas canadianas e com ar abatido. Parece mesmo que o Euro’2008 terminou para o capitão suíço.

65′ - Outra vez Lichtsteiner, agora a cruzar para Yakin, que cabeceia ao lado. Saiu perto da baliza de Cech.

62′ - Remate muito por alto, num bom movimento de Barnetta, a responder a um cruzamento de Lichtsteiner vindo do lado direito.

60′ - Livre na direita. à boca da baliza, Sionko falha o cabeceamento, com a bola, mesmo assim, a sair muito perto do poste.

59′ - CARTÃO AMARELO para Magnin, após falta sobre Sionko.

56′ - Alteração na Rep. Checa. Sai Koller, entra Sverkos. Karel Brückner não vai insistir mais no jogo aéreo. Vamos ter bola no chão.

55′ - Inler entra na área checa mas depois o seu remate é interceptado. Behrami ainda insiste com um cruzamento para o segundo poste, com Streller a cabecear para trás, mas a defensiva afasta.

52′ - Gelson Fernandes recebe isolado na área, mas o jogador de origem cabo-verdiana estava em posição irregular.

50′ - Livre directo para o pé esquerdo de Yakin. A bola passa ligeiramente por cima da trave, com Petr Cech a controlar.

49′ - Canto de Barnetta na esquerda, a dar atrasado para Magnin, que remata de primeira. Cech defende a dois tempos, impedindo que Yaki pudesse fazer algo.

18:03 - Recomeça a partida.

Substituição na Suíça. Frei ficou nos balneários, entrando HAKAN YAKIN.

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17:48 - Intervalo em Basileia.

43′ - Frei abandona o relvado em lágrimas. Pode ter sido o fim do Euro’2008 para o avançado.

42′ -Falta de Grygera sobre Frei. O capitão suíço parece ficar lesionado.

36′ - Intercepção de Barnetta, a dar para Frei. O capitão remata de muito longe, com Cech a defender para a frente. Tranquillo Barnetta aparece para a recarga mas estava em posição irregular.

35′ - Jan Koller não chega, após um cruzamento vindo da esquerda de Jankulovski.

32′ - Falta dura de Sionko sobre Gelson Fernandes.

É a Suíça que domina o encontro, tendo tido a melhor oportunidade de golo, num remate de Frei. A Rep. Checa responde em contra-ataque ou então com os lançamentos longos à procura do gigante Koller.

21′ - Frei surge isolado na área, após um lançamento logo de Diego Benaglio o qual Streller deixou passar. Valeu uma defesa atenta com os pés de Cech, a evitar que o marcador fosse inaugurado.

20′ - Grygera centra da direita, directamente para as mãos de Benaglio. Koller estava à espreita…

17′ - Inler ganha espaço à entrada da área, rematando de pé esquerdo à figura de Cech.

16′ - Behrami de novo, agora a rematar de fora da área à figura de Petr Cech.

14′ - Jarolim cruza da direita, com a bola a sofrer um pequeno desvio na cabeça Magnin. Benaglio, atento, afasta com a mão.

13′ - Remate sem ãngulo de Jarolim, contra um defesa suíço.

11′ - Behrami ganha espaço na direita e cruza rasteiro mas a defensiva checa afasta. Bom pormenor.

2′ - Frei recupera, combina com Streller e remata de fora da área, ao lado da baliza de Cech.

17:01 - Começa a partida. Sai a Rep. Checa com a posse de bola.

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Ouve-se o hino suíço em voz feminina.

O hino da Rep. Checa é interpretado por um cantor lírico em pleno relvado.

As equipas entram em campo.

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Euro’2008 - Grupo A, 1.ª jornada

Estádio St. Jakob-Park, Basileia
Hora: 17 horas
Árbitro: Roberto Rossetti (Itália)

SUÍÇA
1 - Diego Benaglio
5 - Lichtsteiner
20 - Muller
4 - Senderos
3 - Magnin
8 - Inler
15 - Fernandes
19 - Behrami
16 - Barnetta
11 - Streller
9 - Frei

Suplentes
18 - Zuberbuhler (gr)
21 - Jakupovic (gr)
2 - Djourou
6 - Huggel
7 - Cabanas
10 - Hakan Yakin
12 - Derdiyok
13 - Grichting
14 - Gygax
17 - Spycher
22 - Vonlanthen
23 - Degen

Treinador
Jakob Kuhn

REP. CHECA
1 - Cech
2 - Grygera
21 - Ujfalusi
22 - Rozehnal
6 - Jankulovski
4 - Galasek
3 - Polak
14 - Jarolim
7 - Sionko
20 - Plasil
9 - Koller

Suplentes
16 - Blazek (gr)
23 - Zitka (gr)
5 - Kovac
8 - Fenin
10 - Sverkos
11 - Vlcek
13 - Kadlec
15 - Baros
17 - Matejovsky
18 - Sivok
19 - Skacel

Treinador
Karel Brückner

Portugal VS Turquia 19.45h

Junho 7, 2008 · Filed Under Notícias · Comment 

Scolari: «Sei que será horrível se não passarmos a primeira fase»

A um dia da estreia da Selecção Portuguesa no Euro’2008, o seleccionador, Luiz Felipe Scolari, mesmo sem nominar o onze que irá começar o encontro de sábado com a Turquia, deu a clara ideia de que será o mesmo que alinhou frente à Geórgia, no fim-de-semana passado. “Não tenho dúvidas, mas vou
esperar até amanhã para definir. Temos treino agora e nunca se sabe. No Mundial’2002, perdi o meu capitão a cinco minutos do final de um treino. Assim, caldo de galinha e pé no chão não faz mal a ninguém”, afirmou o técnico brasileiro.

A pista definitiva sobre o onze veio quando um repórter perguntou se a equipa titular portuguesa poderia ter algum nome diferente em relação àqueles que estão a ser avançados pela generalidade da comunicação social. “Não”, disse Scolari prontamente e sem esconder um sorriso maroto.

Cristiano Ronaldo sem problemas

Como já acontecera no final da semana passada, ainda em Viseu, Luis Felipe Scolari teve que falar sobre a situação de Cristiano Ronaldo, cujo futuro continua a fazer incontáveis manchetes em Espanha e Inglaterra. “O Cristiano está a viver este momento normalmente. Até pode dormir um pouco mais ou um pouco menos, mas tenho a certeza de que ele será o jogador que foi em 2004 e o que foi no Manchester este ano. O Cristiano, quando responder sobre o seu futuro, vai dizer isto: ‘Só falo depois do euro.’ Não gastem, portanto, esta pergunta”, observou o seleccionador, acrescentando que não irá exigir mais do extremo do Manchester United só porque ele é considerado, quase por todos, como o melhor jogador do mundo actualmente: “O que espero é que ele jogue como sempre fez na Selecção. Não vou cobrar mais do que ele fez até aqui.”

Sobre o opositor de estreia no Euro, uma Turquia que conhece bem desde os tempos do Mundial’2002, quando orientava o Brasil, Scolari teceu vários elogios e repetiu por diversas vezes que era preciso respeitar o adversário. “A Turquia joga um futebol semelhante ao sul-americano, com muito toque de bola. Sabemos que eles têm qualidade e a gente respeita isso”, frisou.

O relvado não deverá estar nas melhores condições, devido à chuva que está a cair em Genebra, mas Luiz Felipe Scolari não vê nisso uma desvantagem para a Selecção. “Portugal e Turquia jogam de forma muito semelhante. Se jogássemos contra a Itália ou a Alemanha, que actuam mais na força, estaríamos em desvantagem. Assim, o relvado não vai estar em boas condições nem para Portugal nem para a Turquia”, disse.

Sem críticas a Mourinho

O treinador brasileiro, por outro lado, desvalorizou as afirmações feitas por José Mourinho no Japão esta sexta-feira, quando rotulou de ridícula uma eliminação portuguesa na primeira fase do Euro’2008: “Às vezes, a dimensão da afirmação é maior ou menor do que a gente imagina. Entendi que o José, ao utilizar o ridículo, o fez pela nossa qualidade, pelo 2.º lugar que conseguimos no Euro’2004 e pela nossa boa parcipação no último Mundial. Ele não está a colocar pressão, eu é que quero tirar um pouco da pressão. Sabemos que, se formos eliminados na primeira fase, temos de apanhar o ‘bonde’ [eléctrico], regressar para Portugal e ouvir o que temos para ouvir o resto da vida.”

O que vai acontecer se Portugal desiludir e não conseguir o apuramento para a segunda fase do Euro, aliás, é um tema que passa pela cabeça do seleccionador nacional. “Tenho consciência, sim [do que vai acontecer em caso de eliminação prematura]. Todos estão a colocar a bandeira novamente em Portugal, sei que o país está a viver intensamente o Euro. É por ele que os jogadores vão irão fazer um esforço a mais e não apenas o possível. Sei que, se a gente não passar a primeira fase, vai ser horrível e uma decepção. Para o povo português, mas muito mais para mim. Não estou preparado para esta decepção. Por isso, peço aos adeptos que partilhem a necessidade e a emoção de ganhar. Com isso, vamos superar obstáculos e não vai ter decepção na primeira fase.”

Futuro continua a ser tabu

Sobre o futuro como técnico, Scolari garantiu que o tabu está para ficar, pelo menos até ao final do Euro austro-suíço. “Sou o técnico da Selecção portuguesa e vou trabalhar até o final do Euro. Pode ser na primeira fase, na segunda e, se depender da minha vontade, até 29 de junho. O que vai acontecer comigo em relação à minha permanência é assunto meu e não irei falar mais nada. Só no final do Euro é que será colocada uma palavra a mais. Não sei o que vai acontecer, se vou renovar ou se vou sair. É uma situação que vai ser estudada.”


Terim: «Portugal é das melhores selecções europeias»

O seleccionador turco, Fatih Terim, afirmou hoje que Portugal é uma das melhores selecções da Europa e Cristiano Ronaldo o melhor futebolista do Mundo, mas frisou que a Turquia não está assustada para a estreia no Euro’2008.

“Portugal é uma das melhores selecções da Europa, mas isso não nos assusta, até porque entrar a ganhar ou a perder não é o fim do Mundo”, disse Fatih Terim, deixando claro que os turcos estão “prontos física e psicologicamente para o jogo (sábado, em Genebra)”.

Na opinião de Terim, a formação das “quinas” já demonstrou o seu valor com os “grandes resultados no Euro’2004 e no Mundial’2006″ e é uma “equipa forte, não só pelo colectivo, mas também porque, individualmente, tem jogadores fortíssimos”.

Entre esses jogadores, o técnico turco não teve problemas em destacar Cristiano Ronaldo: “pelo que fez ao longo da época, o que jogou e os golos que marcou, penso que merece o título de jogador do ano, apesar de eu, pessoalmente, gostar muito do Kaká”.

“Já vi que, frente a qualquer jogador, de qualquer equipa, ele consegue sempre safar-se das situações que lhe são colocadas. Não dá para o parar, pelo que não posso dizer que tenho um jogador específico para um duelo com Ronaldo”, admitiu Terim.

Desta forma, o seleccionador da Turquia foi claro: “tem de ser levado a sério, temos de precaver os seus avanços no terreno”.

Fatih Terim lembrou que a Turquia apenas venceu Portugal em 1955 e perdeu os últimos cinco encontros, mas não fez disso um obstáculo intransponível: “não temos sido bem sucedidos face à equipa portuguesa, mas pode ser que consigamos reverter a situação”.

Em relação a objectivos para o Euro’2008, Terim preferiu afirmar que já é “uma honra” fazer parte dos 16 finalistas e que, como tal, “há que desfrutar”.

O seleccionador turco deixou ainda elogios para Nuno Gomes, que treinou na Fiorentina: “é um jogador muito especial, que tive o prazer de orientar. É bom jogador e tem uma personalidade notável, o que é raro. Fizemos um bom percurso e ele foi fundamental. Desejo que seja uma das figuras do Europeu, pois ele merece, como jogador e pessoa”.

Por seu lado, o guarda-redes Rustu lembrou que a Turquia ultrapassou “muitos obstáculos” para chegar à fase final e agora quer brilhar: “já fizemos os nossos planos, que passam por chegar à final, mas falar é fácil, mais difícil é fazê-lo”.

Onze provável

Frente a Portugal, a Turquia deverá alinhar com Sabri, Zan, Servet e Balta, à frente de Volkan, um meio-campo com Marco Aurélio, Altintop e Emre e um ataque com Arda, Tuncay e Nihat.

Fonte:record.pt

R. Checa VS Suiça 17.00h

Junho 7, 2008 · Filed Under Notícias · Comment 

Estádio St. Jakob-Park, em Basileia.
Hora: 17.00.
Árbitro: Roberto Rossetti (Itália)

SUÍÇA
Benaglio, Licktsteiner, Muller, Senderos, Magnin, Inler, Fernandes, Behrami, Barnetta, Streller e Frei.

REP. CHECA
Cech, Grygera, Ujfalusi, Rozehnal, Jankulovski, Galasek, Polak, Jarolim, Sianko, Plasil e Koller.

Suíça

Como um dos países organizadores, a Suíça tem responsabilidades acrescidas às que apresentou nas duas únicas aparições: 1996, em Inglaterra, e 2004, em Portugal. Com 2 empates e 4 derrotas nas fases finais, o seleccionador suíço Jakob Kuhn enfrentará assim um último desafio. Com Portugal, República Checa e Turquia no grupo, os helvéticos vão tentar repetir as boas indicações dadas em 2006 no Mundial da Alemanha.

No último Campeonato do Mundo, com França, Coreia do Sul e Togo no grupo, a organização e solidez defensiva (sem qualquer golo sofrido nos 4 jogos disputados) permitiu à Suíça atingir os oitavos-de-final. Longe do início da década de 90, durante a qual Alain Sutter, Stéphane Chapuisat e Ciriaco Sforza eram os expoentes máximos da selecção, a federação helvética viu-se obrigada a uma remodelação gradual para voltar a marcar presença nas grandes competições internacionais.

Durante esta remodelação, surgiram jogadores como Johan Djourou e Philipp Senderos (Arsenal), Tranquillo Barnetta (Bayer Leverkusen), Valon Behrami (Lazio), Gelson Fernandes (Manchester City) e Johan Vonlanthen (Red Bull Salzburgo), que se vieram juntar a outros mais experientes, com destaque para Alexander Frei, Hakan Yakin e Ludovic Magnin.

À semelhança da tendência que se assiste nos últimos anos, a selecção suíça também conta com vários jogadores que nasceram no estrangeiro. O médio do Manchester City, Gelson Fernandes, é um dos exemplos, sendo originário da Ilha de Santiago, em Cabo Verde. Johan Vonlanthen (Colômbia), Blaise Nkufo (RD Congo), Gökhan Inler (Turquia) e Valon Behrami (Kosovo) são outros casos similares. Nkufo, segundo melhor marcador do campeonato holandês ao serviço do Twente, teve de ser substituído da lista após lesão.

A presença do guarda-redes Diego Benaglio, ex-jogador do Nacional, é um dos pontos de interesse para os portugueses, tanto mais que pode ser titular depois de ter passado o Mundial da Alemanha no banco.

Curiosidades
• Artur Jorge foi o primeiro seleccionador a orientar a Suíça na fase final de um Europeu (1996).
• Esta será a terceira participação em Europeus depois de 1996 e 2004. Nos Mundiais são 7 as presenças dos helvéticos.
• Em 6 jogos disputados, a Suíça ainda não ganhou qualquer jogo: 2 empates e 4 derrotas é o balanço.
• A Suíça vai jogar pela segunda vez o jogo de abertura de uma fase final. Em 1996, empatou com a Inglaterra (1-1) em Wembley.
• Kubilay Türkyýlmaz marcou o primeiro golo suíço em fases finais de Europeus em 1996. Oito anos depois Vonlanthen marcou o segundo e último.
• Philipp e David Degen são irmãos gémeos, mas só o primeiro é que foi chamado pelo seleccionador para a fase final

República Checa
O futebol apresentado no último Europeu levou a que fossem considerados como um dos principais favoritos à prova que se realizou em Portugal. A eliminação perante a Grécia, nas meias-finais, e um Mundial decepcionante, com afastamento na primeira fase, tornou a selecção checa numa incógnita, especialmente porque algumas das figuras de então, Nedved e Poborsky, abandonaram a carreira internacional.

O seleccionador Karel Brückner viu-se obrigado a realizar um pequeno corte com o passado e moldar uma equipa onde Baros e Rosicky, a aproximarem-se do pico de carreira, assumam maior importância. O “gigante” Jan Koller permanece de pedra e cal no ataque e foi o melhor marcador da fase de qualificação com 6 golos.

O sector defensivo permanece praticamente intacto desde a última prova internacional, conferindo uma rotina defensiva que poderá revelar-se importante nos jogos equilibrados. O guarda-redes Petr Cech e os defesas Grygera, Rozenhal, Ujfalusi e Jankulovski mantêm-se, havendo agora um maior leque de alternativas.

No meio-campo, o grande apoio dos médios mais ofensivos deverá continuar a ser Tomas Galasek, enquanto Plasil, Jarolim e Polak terão de assumir as despesas do jogo, face à ausência do lesionado Rosicky.

Na fase de qualificação, apesar do avanço inicial da Alemanha, os checos acabaram por conquistar o grupo, com destaque para a vitória em território germânico por 3-0, numa altura que o adversário estava já apurado. A inclusão num grupo que se vai disputar na Suíça não era o mais desejável, devido à proximidade geográfica com a Áustria. Ainda assim, são esperados milhares de checos nas partidas da equipa.

Enquanto República Checa, a selecção ainda não falhou qualquer fase final da prova, conseguindo o 2.º lugar em 1996, perdendo no prolongamento com a Alemanha (1-2), depois de afastar Portugal nos quartos-de-final.

Curiosidades
• Jan Koller foi o melhor marcador da fase de qualificação, com 6 golos.
• A República Checa foi a primeira selecção a perder uma prova internacional com Golo de Ouro, em 1996.
• 2000 foi o único Europeu em que a equipa foi eliminada na fase de grupos.
• Ainda enquanto Checoslováquia, conquistou o título europeu em 1976, na Jugoslávia
• A equipa está há 388 minutos sem sofrer golos fora nas partidas oficiais.
• Pavel Nedved apontou o primeiro golo checo em fases finais de europeus.

Fonte: Record.pt

Portugueses «invadem» Genebra

Junho 7, 2008 · Filed Under Notícias · Comment 

Adeptos portuguesesO ambiente é de festa em volta do Estádio de Genebra, onde Portugal realiza o primeiro jogo do Euro 2008 frente à Turquia e de procura de bilhete.

O estádio, com capacidade para 30 mil espectadores, está com lotação esgotada e há quem procure bilhetes no mercado “alternativo”. Para isso, recorrem a cartazes onde está escrito “preciso de bilhetes”.

Hoje são esperados em Genebra 25 aviões provenientes de Portugal com adeptos. Uns munidos de bilhetes, outros na esperança de conseguir comprar um no mercado de rua.

Esta manhã os voos da TAP com destino à Suíça estavam mesmo decorados no interior com bandeiras nacionais nos lugares dos passageiros.
Os Estádios do Euro 2008 são mais pequenos do que os principais estádios portugueses, que acolheram o Euro 2004, (Luz 65 mil, Alvalade XXI e Dragão 50 mil), e isso faz com que a lotação esgote rapidamente.

No centro de Genebra dominam as cores de Portugal e Turquia exibidas por adeptos ansiosos pelo jogo desta noite. Muitos portugueses fizeram questão de se deslocar até à Suíça para apoiar a Selecção Nacional, nem que seja apenas no primeiro jogo.

Os escolhidos de Scolari podem, no entanto, continuar a contar com o forte apoio da comunidade portuguesa que desde a chegada a Neuchatel tem sido incansável nas manifestações de carinho à equipa das Quinas. É difícil passear nas ruas de Genebra sem ouvir falar a língua de Camões, mesmo por aqueles que ainda não ostentam as cores da bandeira nacional.

O jogo desta noite é importante para as duas selecções pois todos os pontos contam para a passagem à fase seguinte. O último jogo de Portugal nesta fase é a 15 de Junho, frente à Suíça, e nesta altura já deverá estar definida passagem.

O árbitro do Portugal vs Turquia é o Alemão Herbert Fandel que irá apitar para o início da partida às 20h45 (19h45 em Portugal).

Aqui, no Centro de imprensa instalado no Estádio de Genebra ouve-se o hino nacional, um ensaio para o que irá suceder mais logo, mas nessa altura, acompanhado pelas vozes de milhões de portugueses que vão estar a assistir ao jogo aqui no Estádio e através das transmissões televisivas (em casa ou nos ecrãs gigantes instalados em várias praças portuguesas).

Fonte: Sapo euro 2008

Cerimónia de abertura para recordar

Junho 7, 2008 · Filed Under Notícias · Comment 

Todos os grandes torneios de futebol ficam marcados por uma espectacular cerimónia de abertura para entreter os adeptos e dar o mote para a fantástica atmosfera do evento desportivo que se vai seguir.

Tradição e inovação
O conceito por detrás da cerimónia de abertura do UEFA EURO 2008™, que antecedeu o encontro inaugural da competição, este sábado, entre a co-anfitriã Suíça e a República Checa, no Estádio St. Jakob-Park, em Basileia, foi da responsabilidade do director artístico Martin Arnaud e da Agência Auditoire. O espectáculo combinou tradição e inovação, destacou a relação entre desporto e cultura e celebrou as tradições locais, sublinhando ao mesmo tempo os valores universais da UEFA: paixão, fair-play, acção, treino, adeptos e glória.

Arte pixel
O espectáculo, que teve a duração aproximada de 13 minutos, teve como estrelas os Pixmen e foi inspirado na moderna arte em pixel. Cerca de 600 voluntários seguraram cubos multicoloridos de forma a criar uma série de imagens gigantes e paisagens. No total, foram 976as pessoas que actuaram durante a cerimónia - a maioria dos quais oriundos da Suíça, mas o espectáculo contou, na globalidade, com membros de 14 países diferentes. O mais idoso dos voluntários que participaram na cerimónia tem 70 anos e o mais jovem apenas 14. A maior parte dos participantes veio da STV-FSG (Federação Suíça de Ginástica) e da Badischer Tumen Bund (Federação Alemã de Ginástica). A cerimónia de abertura contou também com “stilwalkers” que se exibiram a caminhar em cima de andas, arte localmente conhecida como “Gangart”.

Cubos e cor
Os cubos utilizados no evento pesavam, no total, cinco toneladas. Para os produzir foram necessários 15 quilómetros de tecido. Possibilitam mais de 450 combinações de cores. Durante a preparação e os ensaios, foram consumidas mais de 15 mil garrafas de água e 5.600 caixas de refeições, bem como 1.400 sandes. Os fatos dos Pixmen são de tecido muito leve, insuflável, com um pequeno orifício para os encher de ar. As estruturas foram propositadamente desenhadas para a cerimónia. Para concluir o espectáculo foram disparados 900 foguetes pirotécnicos.

Temas e som
A música original foi criada por uma equipa de quatro compositores. Entre os temas e os sons que se ouviram durante a cerimónia estiveram trompas dos Alpes e cantores de tirolês, tradicionais da Suíça e da Áustria; foram evocados retratos do Lago Constance, cujas margens são partilhadas pelas duas nações anfitriãs; os campos verdes suíços e austríacos e o seu cenário típico de Verão também foram aludidos, tal como o branco mágico do Inverno alpino; houve ainda uma justaposição de músicas tradicionais, como a valsa, e música moderna, assinalando a contagem final para o início da acção no relvado.

Bandeiras dos finalistas
O grande final da cerimónia contou com a presença de 16 crianças exibindo as 16 bandeiras dos países participantes na fase final. À frente das crianças seguiu a Miss Suíça 2007, Amanda Amman, de ascendência checa e helvética. Milhares de balões foram libertados durante o espectáculo pirotécnico. Começara o UEFA EURO 2008™.

Fonte: Uefa Euro 2008

Simão quer “começar com uma vitória”

Junho 7, 2008 · Filed Under Notícias · Comment 

Simão admite que a selecção da Turquia, adversária da Selecção Nacional no encontro de estreia, amanhã, no Euro 2008, é evoluída, “táctica e tecnicamente”, no entanto, o jogador diz que o principal objectivo de Portugal é começar a competição a ganhar.

“Temos vindo a estudar a Turquia. É uma equipa técnica e tacticamente muito boa. Não sabemos como vamos abordar o jogo, mas temos uma ideia e está a ser preparado com o treinador. Sabemos e temos a consciência de que será um jogo complicado, mas o nosso principal obejcitvo é começar o Europeu com uma vitória. para vencer é precido jogar ao ataque, mas com cabeça”, analisou Simão, que não quis assumir o favoritismo de Portugal para a conquista do título Europeu.

“Portugal é um dos favoritos, tal como as restantes selec��ões da Europa, porque se estão aqui é porque têm valor. Sabemos o nosso valor e aré onde podemos chegar. Mas é importante começar bem, sempre com o mesmo pensamento e filosofia de pensar jogo a jogo. Depois, tudo poderá acontecer”, disse o internacional português.

“Vencendo o primeiro jogo, teremos maior tranquilidade nos encontros seguintes. Começámos o Euro 2004 em desvantagem e não queremos passar por essa stuação”, acrescentou.

Fonte: Sapo Euro 2008

Scolari dá o mote

Junho 7, 2008 · Filed Under Notícias · Comment 
Luiz Felipe Scolari está cautelosamente optimista

O seleccionador de Portugal, Luiz Felipe Scolari, surgiu bastante optimista na véspera do primeiro jogo da sua equipa no UEFA EURO 2008™, no Stade de Genéve, frente à Turquia.

“Ambiente vencedor”
O carismático brasileiro, que levou Portugal à final do UEFA EURO 2004™, disse: “Temos uma equipa extremamente talentosa, com um meio-campo que é a inveja de quase todas as selecções europeias. Para fazermos boa figura numa fase final como esta, temos que acreditar que estaremos cá até ao fim. Sei que somos suficientemente bons para vencermos esta prova, mas agora temos de nos concentrar no primeiro jogo. Há quatro anos perdemos o nosso primeiro jogo, frente à Grécia, e isso colocou-nos sob enorme pressão. Uma vitória seria o início perfeito, que nos deixaria com um ambiente vencedor”.

Recordações do Mundial
Scolari sabe bem o que é defrontar a Turquia em fases finais, pois no Mundial de 2002 o Brasil mediu por duas vezes forças com os turcos antes de se sagrar campeão do Mundo. “Tenho bastante respeito pela selecção turca. Eles jogam como uma equipa sul-americana – futebol fluído, dirigido por um grande treinador [Fatih Terim]. A maior parte das pessoas espera que os derrotemos, mas esquecem-se que a Turquia perdeu muito à justa contra o meu Brasil nas meias-finais do Mundial. Eles têm arranques fortes, pelo que temos de ter cuidado”.

Quem jogará na esquerda?
Espera-se que Portugal jogue em 4-3-3, com Petit à frente de uma defesa composta por Bosingwa, Ricardo Carvalho, Pepe e Paulo Ferreira, ao passo que Deco e João Moutinho deverão dispor de liberdade para ajudar o ataque. O tema em maior discussão na imprensa portuguesa é saber quem será o outro extremo, para além do inevitável Cristiano Ronaldo. O seleccionador de Portugal glosou com a ideia de Quaresma alinhar na esquerda, pelo que Simão parece ser a opção mais viável. No centro, a escolha parece recair no capitão Nuno Gomes.

Missão espinhosa
A principal dor de cabeça de Terim será como controlar Cristiano Ronaldo, que terá pela frente o lateral-esquerdo Hakan Balta. “Não se trata apenas de ter um homem a marcá-lo”, disse Terim. “Defendemos como uma equipa e não vou criticar um jogador por não conseguir travar Ronaldo. Ele é o melhor jogador do Mundo, mas treinámos uns quantos sistemas para tentar minimizar a sua prestação”.

Equipa sem grandes surpresas
O seleccionador da Turquia admitiu que não haverá lugar a grandes surpresas na sua equipa titular. “Temos vários sistemas treinados, mas não faremos alterações radicais. Não ganhamos a Portugal desde 1955, mas se já mudámos as tendências antes, por que não desta vez também?” Com Volkan Demirel em excelente forma nas redes do Fenerbahçe SK, não é de estranhar ter sido o preferido em detrimento do veterano Rüştü Reçber. E com Nihat Kahveci a surgir agora no lugar do recordista de golos da selecção, Hakan Şükür, esta Turquia é uma versão diferente da formação que Scolari bateu por duas vezes em 2002. Talvez a nova geração esteja destinada a acabar com a espera de 53 anos por um triunfo sobre Portugal.

Fonte: Uefa Euro 2008

Quim sofre novo «azar», seis anos depois

Junho 7, 2008 · Filed Under Notícias · Comment 

Uma lesão aparentemente “inofensiva”, sofrida na última jogada do treino de sexta-feira, revelou-se hoje uma fractura e o guarda-redes Quim está fora do Euro2008 em futebol, precisamente no dia da estreia de Portugal, face à Turquia.

A poucas horas do embate da ronda inaugural do Grupo A, Quim deslocou-se a um hospital de Genebra, acompanhado pelo médico Henrique Jones, e uma radiografia ao punho direito confirmou que a lesão não é grave, mas, ainda assim, impeditiva de poder participar na prova.

Numa altura em que muitos apontavam o guarda-redes do Benfica como mais perto do que nunca de ”roubar” o lugar a Ricardo, Quim volta a sofrer uma enorme contrariedade na carreira, depois de ter sido afastado do Mundial2002 devido a um estranho caso de “doping”.

Antes, e como jogador do Sporting de Braga, Joaquim Manuel Sampaio Silva tinha estado no Euro2000, com 24 anos, e actuado no jogo com a Alemanha, que a formação lusa, já apurada, venceu por 3-0.

Nesse encontro, Quim esteve no banco quase até final, junto ao habitual titular Vítor Baía, e entrou aos 89 minutos para o lugar de Pedro Espinha: foi o 22º e último jogador utilizado pelo seleccionador Humberto Coelho no respectivo campeonato da Europa.

Foi, então, a terceira internacionalização “AA” do guarda-redes luso, que se estreou a 18 de Agosto de 1999, no Estádio Nacional, em Lisboa, num embate em que Portugal recebeu e bateu Andorra por 4-0 – entrou ao intervalo para o lugar de Vítor Baía.

Curiosamente, e apesar de ter estado presente, depois, no Euro2004 e no Mundial2006, Quim não mais participou em qualquer encontro em fases finais, sendo sempre suplente de Ricardo.

Ao serviço de Sporting de Braga (21 jogos) e Benfica (cinco), o guarda-redes luso cumpriu 26 internacionalizações “AA”, tendo sofrido apenas 15 golos.

Quim apenas foi o titular indiscutível da selecção das “quinas” na primeira metade da qualificação para o Mundial de 2002, fase em que brilhou sobretudo face à Holanda, num dramático empate a dois golos, com tentos sobre o final de Pauleta e Figo.

Antes, pelo meio e depois dos dois tentos da formação “laranja”, que chegou a dar espectáculo no extinto Estádio das Antas, Quim fez uma série de defesas fantásticas, impedindo Portugal de sofrer uma goleada que se chegou a perspectivar.

Mesmo tendo estado em excelente plano nos cinco jogos inicias de qualificação para o Mundial2002, Quim perdeu o lugar para Ricardo ao sexto jogo e jamais recuperou a titularidade.

Fonte: Futebol 365