Croácia derrota Áustria

Junho 8, 2008 · Em Notícias · Comentar 

A selecção croata derrotou hoje a Áustria, por 1-0, golo de Modric, de grande penalidade, no jogo inaugural do Grupo B. A Croácia confirmou o favoritismo e a Áustria demonstrou que será difícil seguir em prova.

A Croácia começou o jogo praticamente a ganhar com a grande penalidade sofrida por Olic, boa exibição. A jovem «estrela» Modrid, recentemente contratada pelo Tottenham, não teve problemas em converter o lance. A selecção croata foi dominando o jogo e aproveitando as claras dificuldades dos austríacos em saírem com a bola controlada.

Aos 28 minutos, o jogo fica marcado por um erro grosseiro do árbitro que poupou Pogatetz da expulsão, após sucessivas faltas sobre Olic. A selecção austríaca perto do intervalo conseguiu um lance de perigo com o defesa Standfest a cabecear ao lado. Muito pouco.

Na segunda parte a Croácia fez um jogo de mais contenção e aproveitou as dificuldades dos austríacos, que embora estivessem melhor do que no primeiro tempo, não conseguiram superar o guarda-redes Pletikosa.

Depois da derrota da Suíça (anfitriã), agora foi a vez da Áustria, mesmo com o forte apoio de jogar em casa, acabou por ser vencida.

Fonte:abola.pt

Portugal objectivo vence Turquia e isola-se em primeiro do grupo A

Junho 8, 2008 · Em Notícias · Comentar 

A selecção nacional entrou com o pé direito no campeonato europeu 2008 ao vencer a Turquia por 2-0.

A equipa comandada por Felipe Scolari entrou em campo disposta a controlar o jogo e a resolvê-lo cedo com golos. Num estádio com lotação de 29,160 espectadores, a selecção da Turquia entrou apática ficando-se pela sua área defensiva. De acordo com Scolari essa é uma táctica utiliza pela equipa turca para adormecer os adversários. Com a lição bem estudada o meio campo português controlou o jogo alimentando o ataque com passes longos de desmarcação.

Portugal não marcou na primeira parte mas viu um golo anulado a Pepe por fora de jogo após cruzamento de Deco. Com 63% de posse de bola para Portugal as oportunidades iam sendo desperdiçadas e o pior temia-se. A Turquia limitava-se a fazer rápidos contra-ataques mas sem eficácia.

Deco e Moutinho, sempre em grande plano, iam mantendo a posse de bola para Portugal mas os atacantes não concretizavam em golos. Cristiano Ronaldo ainda rematou ao poste após a concretização de um livre directo mas o resultado manteve-se nulo.

Nas bancadas as claques proporcionaram um bonito espectáculo apoiando entusiasticamente as suas equipas.

A primeira parte terminou morna e sem golos com as equipas a encaixarem-se tacticamente. Scolari manteve o onze para a segunda parte e Portugal entrou como começou, com muita pressão a meio campo, com inúmeros roubos de bola e passes rápidos para os avançados.

Nuno Gomes rematou ao poste numa jogada em que Simão sofre falta, com o árbitro a dar a lei da vantagem. Nuno Gomes não marca mas entra na jogada do primeiro golo aos 61 minutos. Pepe pega no jogo a meio campo e numa triangulação com Nuno Gomes encontra-se frente a frente com o guarda redes Volkan Demirel rematando para o fundo das redes.

Portugal ganhava a tranquilidade necessária e com o golo geriu o resultado. A equipa turca apostou tudo no ataque mas esbarrava na eficácia da linha defensiva portuguesa.

Nuno Gomes antes de ser substituído ainda mandou uma bola à trave após centro de Cristiano Ronaldo.

No cair do pano, e já sem Nuno Gomes e Deco em campo, Portugal dá o golpe de misericórdia à equipa turca. Num rápido contra ataque iniciado por Cristiano Ronaldo na esquerda, e com os turcos balanceados na área ofensiva portuguesa, Moutinho surge no meio, rodopia a última muralha turca e passa para Raúl Meireles que isolado só tem que fintar o guarda redes e matar o jogo. Um momneto de maestria de Moutinho.

Na conferência de imprensa, Pepe afirmou que este foi um dos momentos mais importantes na sua carreira e que o resultado foi bastante importante para a equipa.

Scolari afirmou que a Turquia se colocou em campo da forma que Portugal tinha previsto, dando a ilusão ao adversário que dominava para o adormecer para depois desferir ataques em jogadas rápidas. “Quando a equipa se apresenta com dinamismo e espírito de união os resultados aparecem” referiu.

“Já conseguimos 50 % para a qualificação agora precisamos de preparar os jogadores fisicamente para o próximo jogo contra uma equipa que vem de outra escola de futebol”, advertiu o seleccionador Felipe Scolari.

Portugal é líder do Grupo A com 3 pontos, os mesmos da República Checa, mas mais um golo do que o seu próximo adversário.

Fonte:Sapo.pt

[Resultados] Suiça 0-1 R. Checa (Grupo A)

Junho 7, 2008 · Em Resultados · Comentar 

18:53 - Termina a partida.

90′+3 - Braço de Ujfalusi na área checa. O árbitro manda jogar.

Sverkos abandona o relvado de maca.

90′+2 - CARTÃO AMARELO para Tranquilo Barnetta.

90′+2 - Falta muito feia de Barnetta sobre Sverkos, que fica em dificuldades e recbe assistência médica imediata.

A Suíça investe os últimos momentos no assalto à baliza checa.

89′ - Magnin cruza da esquerda, com Derdiyok a cabecear por cima da barra.

87′ - Última substituição nos checos. Sai Jarolim, entra KOVAC.

83′ - Na Suíça, é DERDIYOK a entrar para o lugar de Behrami.

83′ - Na Rep. Checa, VLCEK rende Sionko.

80′ - Vonlanthen acerta na barra, após uma defesa para a frente de Cech a remate de Barnetta. Os co-anfitriões estiveram muito perto do empate. Pediu-se mão de Ujfalusi, após bola dividida com Streller, que Barnetta recuperou.

76′ - CARTÃO AMARELO para o recém-entrado Vonlanthen, por falta sobre Jarolim.

75′ - Alteração na equipa suíça: sai Lichtsteiner, entra VONLANTHEN.

10 - Vaclav Sverkos (avançado)
Idade: 24
Clube: Baník Ostrava
Internacionalizações: 3
Golos: 1

70′ - GOLO DA REP. CHECA. Quando os suíços se preparavam para um contra-ataque após perda de bola de Plasil, Galasek desmarca de cabeça SVERKOS, que surge isolado a fazer o primeiro golo do Euro’2008.

70′ - Sionko, na área, tenta desmarcar Sverkos, mas Senderos afasta pela linha de fundo.

Enquanto a sua equipa domina o encontro, Alexander Frei regressa às bancadas, apoiado numas canadianas e com ar abatido. Parece mesmo que o Euro’2008 terminou para o capitão suíço.

65′ - Outra vez Lichtsteiner, agora a cruzar para Yakin, que cabeceia ao lado. Saiu perto da baliza de Cech.

62′ - Remate muito por alto, num bom movimento de Barnetta, a responder a um cruzamento de Lichtsteiner vindo do lado direito.

60′ - Livre na direita. à boca da baliza, Sionko falha o cabeceamento, com a bola, mesmo assim, a sair muito perto do poste.

59′ - CARTÃO AMARELO para Magnin, após falta sobre Sionko.

56′ - Alteração na Rep. Checa. Sai Koller, entra Sverkos. Karel Brückner não vai insistir mais no jogo aéreo. Vamos ter bola no chão.

55′ - Inler entra na área checa mas depois o seu remate é interceptado. Behrami ainda insiste com um cruzamento para o segundo poste, com Streller a cabecear para trás, mas a defensiva afasta.

52′ - Gelson Fernandes recebe isolado na área, mas o jogador de origem cabo-verdiana estava em posição irregular.

50′ - Livre directo para o pé esquerdo de Yakin. A bola passa ligeiramente por cima da trave, com Petr Cech a controlar.

49′ - Canto de Barnetta na esquerda, a dar atrasado para Magnin, que remata de primeira. Cech defende a dois tempos, impedindo que Yaki pudesse fazer algo.

18:03 - Recomeça a partida.

Substituição na Suíça. Frei ficou nos balneários, entrando HAKAN YAKIN.

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17:48 - Intervalo em Basileia.

43′ - Frei abandona o relvado em lágrimas. Pode ter sido o fim do Euro’2008 para o avançado.

42′ -Falta de Grygera sobre Frei. O capitão suíço parece ficar lesionado.

36′ - Intercepção de Barnetta, a dar para Frei. O capitão remata de muito longe, com Cech a defender para a frente. Tranquillo Barnetta aparece para a recarga mas estava em posição irregular.

35′ - Jan Koller não chega, após um cruzamento vindo da esquerda de Jankulovski.

32′ - Falta dura de Sionko sobre Gelson Fernandes.

É a Suíça que domina o encontro, tendo tido a melhor oportunidade de golo, num remate de Frei. A Rep. Checa responde em contra-ataque ou então com os lançamentos longos à procura do gigante Koller.

21′ - Frei surge isolado na área, após um lançamento logo de Diego Benaglio o qual Streller deixou passar. Valeu uma defesa atenta com os pés de Cech, a evitar que o marcador fosse inaugurado.

20′ - Grygera centra da direita, directamente para as mãos de Benaglio. Koller estava à espreita…

17′ - Inler ganha espaço à entrada da área, rematando de pé esquerdo à figura de Cech.

16′ - Behrami de novo, agora a rematar de fora da área à figura de Petr Cech.

14′ - Jarolim cruza da direita, com a bola a sofrer um pequeno desvio na cabeça Magnin. Benaglio, atento, afasta com a mão.

13′ - Remate sem ãngulo de Jarolim, contra um defesa suíço.

11′ - Behrami ganha espaço na direita e cruza rasteiro mas a defensiva checa afasta. Bom pormenor.

2′ - Frei recupera, combina com Streller e remata de fora da área, ao lado da baliza de Cech.

17:01 - Começa a partida. Sai a Rep. Checa com a posse de bola.

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Ouve-se o hino suíço em voz feminina.

O hino da Rep. Checa é interpretado por um cantor lírico em pleno relvado.

As equipas entram em campo.

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Euro’2008 - Grupo A, 1.ª jornada

Estádio St. Jakob-Park, Basileia
Hora: 17 horas
Árbitro: Roberto Rossetti (Itália)

SUÍÇA
1 - Diego Benaglio
5 - Lichtsteiner
20 - Muller
4 - Senderos
3 - Magnin
8 - Inler
15 - Fernandes
19 - Behrami
16 - Barnetta
11 - Streller
9 - Frei

Suplentes
18 - Zuberbuhler (gr)
21 - Jakupovic (gr)
2 - Djourou
6 - Huggel
7 - Cabanas
10 - Hakan Yakin
12 - Derdiyok
13 - Grichting
14 - Gygax
17 - Spycher
22 - Vonlanthen
23 - Degen

Treinador
Jakob Kuhn

REP. CHECA
1 - Cech
2 - Grygera
21 - Ujfalusi
22 - Rozehnal
6 - Jankulovski
4 - Galasek
3 - Polak
14 - Jarolim
7 - Sionko
20 - Plasil
9 - Koller

Suplentes
16 - Blazek (gr)
23 - Zitka (gr)
5 - Kovac
8 - Fenin
10 - Sverkos
11 - Vlcek
13 - Kadlec
15 - Baros
17 - Matejovsky
18 - Sivok
19 - Skacel

Treinador
Karel Brückner

Portugal VS Turquia 19.45h

Junho 7, 2008 · Em Notícias · Comentar 

Scolari: «Sei que será horrível se não passarmos a primeira fase»

A um dia da estreia da Selecção Portuguesa no Euro’2008, o seleccionador, Luiz Felipe Scolari, mesmo sem nominar o onze que irá começar o encontro de sábado com a Turquia, deu a clara ideia de que será o mesmo que alinhou frente à Geórgia, no fim-de-semana passado. “Não tenho dúvidas, mas vou
esperar até amanhã para definir. Temos treino agora e nunca se sabe. No Mundial’2002, perdi o meu capitão a cinco minutos do final de um treino. Assim, caldo de galinha e pé no chão não faz mal a ninguém”, afirmou o técnico brasileiro.

A pista definitiva sobre o onze veio quando um repórter perguntou se a equipa titular portuguesa poderia ter algum nome diferente em relação àqueles que estão a ser avançados pela generalidade da comunicação social. “Não”, disse Scolari prontamente e sem esconder um sorriso maroto.

Cristiano Ronaldo sem problemas

Como já acontecera no final da semana passada, ainda em Viseu, Luis Felipe Scolari teve que falar sobre a situação de Cristiano Ronaldo, cujo futuro continua a fazer incontáveis manchetes em Espanha e Inglaterra. “O Cristiano está a viver este momento normalmente. Até pode dormir um pouco mais ou um pouco menos, mas tenho a certeza de que ele será o jogador que foi em 2004 e o que foi no Manchester este ano. O Cristiano, quando responder sobre o seu futuro, vai dizer isto: ‘Só falo depois do euro.’ Não gastem, portanto, esta pergunta”, observou o seleccionador, acrescentando que não irá exigir mais do extremo do Manchester United só porque ele é considerado, quase por todos, como o melhor jogador do mundo actualmente: “O que espero é que ele jogue como sempre fez na Selecção. Não vou cobrar mais do que ele fez até aqui.”

Sobre o opositor de estreia no Euro, uma Turquia que conhece bem desde os tempos do Mundial’2002, quando orientava o Brasil, Scolari teceu vários elogios e repetiu por diversas vezes que era preciso respeitar o adversário. “A Turquia joga um futebol semelhante ao sul-americano, com muito toque de bola. Sabemos que eles têm qualidade e a gente respeita isso”, frisou.

O relvado não deverá estar nas melhores condições, devido à chuva que está a cair em Genebra, mas Luiz Felipe Scolari não vê nisso uma desvantagem para a Selecção. “Portugal e Turquia jogam de forma muito semelhante. Se jogássemos contra a Itália ou a Alemanha, que actuam mais na força, estaríamos em desvantagem. Assim, o relvado não vai estar em boas condições nem para Portugal nem para a Turquia”, disse.

Sem críticas a Mourinho

O treinador brasileiro, por outro lado, desvalorizou as afirmações feitas por José Mourinho no Japão esta sexta-feira, quando rotulou de ridícula uma eliminação portuguesa na primeira fase do Euro’2008: “Às vezes, a dimensão da afirmação é maior ou menor do que a gente imagina. Entendi que o José, ao utilizar o ridículo, o fez pela nossa qualidade, pelo 2.º lugar que conseguimos no Euro’2004 e pela nossa boa parcipação no último Mundial. Ele não está a colocar pressão, eu é que quero tirar um pouco da pressão. Sabemos que, se formos eliminados na primeira fase, temos de apanhar o ‘bonde’ [eléctrico], regressar para Portugal e ouvir o que temos para ouvir o resto da vida.”

O que vai acontecer se Portugal desiludir e não conseguir o apuramento para a segunda fase do Euro, aliás, é um tema que passa pela cabeça do seleccionador nacional. “Tenho consciência, sim [do que vai acontecer em caso de eliminação prematura]. Todos estão a colocar a bandeira novamente em Portugal, sei que o país está a viver intensamente o Euro. É por ele que os jogadores vão irão fazer um esforço a mais e não apenas o possível. Sei que, se a gente não passar a primeira fase, vai ser horrível e uma decepção. Para o povo português, mas muito mais para mim. Não estou preparado para esta decepção. Por isso, peço aos adeptos que partilhem a necessidade e a emoção de ganhar. Com isso, vamos superar obstáculos e não vai ter decepção na primeira fase.”

Futuro continua a ser tabu

Sobre o futuro como técnico, Scolari garantiu que o tabu está para ficar, pelo menos até ao final do Euro austro-suíço. “Sou o técnico da Selecção portuguesa e vou trabalhar até o final do Euro. Pode ser na primeira fase, na segunda e, se depender da minha vontade, até 29 de junho. O que vai acontecer comigo em relação à minha permanência é assunto meu e não irei falar mais nada. Só no final do Euro é que será colocada uma palavra a mais. Não sei o que vai acontecer, se vou renovar ou se vou sair. É uma situação que vai ser estudada.”


Terim: «Portugal é das melhores selecções europeias»

O seleccionador turco, Fatih Terim, afirmou hoje que Portugal é uma das melhores selecções da Europa e Cristiano Ronaldo o melhor futebolista do Mundo, mas frisou que a Turquia não está assustada para a estreia no Euro’2008.

“Portugal é uma das melhores selecções da Europa, mas isso não nos assusta, até porque entrar a ganhar ou a perder não é o fim do Mundo”, disse Fatih Terim, deixando claro que os turcos estão “prontos física e psicologicamente para o jogo (sábado, em Genebra)”.

Na opinião de Terim, a formação das “quinas” já demonstrou o seu valor com os “grandes resultados no Euro’2004 e no Mundial’2006″ e é uma “equipa forte, não só pelo colectivo, mas também porque, individualmente, tem jogadores fortíssimos”.

Entre esses jogadores, o técnico turco não teve problemas em destacar Cristiano Ronaldo: “pelo que fez ao longo da época, o que jogou e os golos que marcou, penso que merece o título de jogador do ano, apesar de eu, pessoalmente, gostar muito do Kaká”.

“Já vi que, frente a qualquer jogador, de qualquer equipa, ele consegue sempre safar-se das situações que lhe são colocadas. Não dá para o parar, pelo que não posso dizer que tenho um jogador específico para um duelo com Ronaldo”, admitiu Terim.

Desta forma, o seleccionador da Turquia foi claro: “tem de ser levado a sério, temos de precaver os seus avanços no terreno”.

Fatih Terim lembrou que a Turquia apenas venceu Portugal em 1955 e perdeu os últimos cinco encontros, mas não fez disso um obstáculo intransponível: “não temos sido bem sucedidos face à equipa portuguesa, mas pode ser que consigamos reverter a situação”.

Em relação a objectivos para o Euro’2008, Terim preferiu afirmar que já é “uma honra” fazer parte dos 16 finalistas e que, como tal, “há que desfrutar”.

O seleccionador turco deixou ainda elogios para Nuno Gomes, que treinou na Fiorentina: “é um jogador muito especial, que tive o prazer de orientar. É bom jogador e tem uma personalidade notável, o que é raro. Fizemos um bom percurso e ele foi fundamental. Desejo que seja uma das figuras do Europeu, pois ele merece, como jogador e pessoa”.

Por seu lado, o guarda-redes Rustu lembrou que a Turquia ultrapassou “muitos obstáculos” para chegar à fase final e agora quer brilhar: “já fizemos os nossos planos, que passam por chegar à final, mas falar é fácil, mais difícil é fazê-lo”.

Onze provável

Frente a Portugal, a Turquia deverá alinhar com Sabri, Zan, Servet e Balta, à frente de Volkan, um meio-campo com Marco Aurélio, Altintop e Emre e um ataque com Arda, Tuncay e Nihat.

Fonte:record.pt

R. Checa VS Suiça 17.00h

Junho 7, 2008 · Em Notícias · Comentar 

Estádio St. Jakob-Park, em Basileia.
Hora: 17.00.
Árbitro: Roberto Rossetti (Itália)

SUÍÇA
Benaglio, Licktsteiner, Muller, Senderos, Magnin, Inler, Fernandes, Behrami, Barnetta, Streller e Frei.

REP. CHECA
Cech, Grygera, Ujfalusi, Rozehnal, Jankulovski, Galasek, Polak, Jarolim, Sianko, Plasil e Koller.

Suíça

Como um dos países organizadores, a Suíça tem responsabilidades acrescidas às que apresentou nas duas únicas aparições: 1996, em Inglaterra, e 2004, em Portugal. Com 2 empates e 4 derrotas nas fases finais, o seleccionador suíço Jakob Kuhn enfrentará assim um último desafio. Com Portugal, República Checa e Turquia no grupo, os helvéticos vão tentar repetir as boas indicações dadas em 2006 no Mundial da Alemanha.

No último Campeonato do Mundo, com França, Coreia do Sul e Togo no grupo, a organização e solidez defensiva (sem qualquer golo sofrido nos 4 jogos disputados) permitiu à Suíça atingir os oitavos-de-final. Longe do início da década de 90, durante a qual Alain Sutter, Stéphane Chapuisat e Ciriaco Sforza eram os expoentes máximos da selecção, a federação helvética viu-se obrigada a uma remodelação gradual para voltar a marcar presença nas grandes competições internacionais.

Durante esta remodelação, surgiram jogadores como Johan Djourou e Philipp Senderos (Arsenal), Tranquillo Barnetta (Bayer Leverkusen), Valon Behrami (Lazio), Gelson Fernandes (Manchester City) e Johan Vonlanthen (Red Bull Salzburgo), que se vieram juntar a outros mais experientes, com destaque para Alexander Frei, Hakan Yakin e Ludovic Magnin.

À semelhança da tendência que se assiste nos últimos anos, a selecção suíça também conta com vários jogadores que nasceram no estrangeiro. O médio do Manchester City, Gelson Fernandes, é um dos exemplos, sendo originário da Ilha de Santiago, em Cabo Verde. Johan Vonlanthen (Colômbia), Blaise Nkufo (RD Congo), Gökhan Inler (Turquia) e Valon Behrami (Kosovo) são outros casos similares. Nkufo, segundo melhor marcador do campeonato holandês ao serviço do Twente, teve de ser substituído da lista após lesão.

A presença do guarda-redes Diego Benaglio, ex-jogador do Nacional, é um dos pontos de interesse para os portugueses, tanto mais que pode ser titular depois de ter passado o Mundial da Alemanha no banco.

Curiosidades
• Artur Jorge foi o primeiro seleccionador a orientar a Suíça na fase final de um Europeu (1996).
• Esta será a terceira participação em Europeus depois de 1996 e 2004. Nos Mundiais são 7 as presenças dos helvéticos.
• Em 6 jogos disputados, a Suíça ainda não ganhou qualquer jogo: 2 empates e 4 derrotas é o balanço.
• A Suíça vai jogar pela segunda vez o jogo de abertura de uma fase final. Em 1996, empatou com a Inglaterra (1-1) em Wembley.
• Kubilay Türkyýlmaz marcou o primeiro golo suíço em fases finais de Europeus em 1996. Oito anos depois Vonlanthen marcou o segundo e último.
• Philipp e David Degen são irmãos gémeos, mas só o primeiro é que foi chamado pelo seleccionador para a fase final

República Checa
O futebol apresentado no último Europeu levou a que fossem considerados como um dos principais favoritos à prova que se realizou em Portugal. A eliminação perante a Grécia, nas meias-finais, e um Mundial decepcionante, com afastamento na primeira fase, tornou a selecção checa numa incógnita, especialmente porque algumas das figuras de então, Nedved e Poborsky, abandonaram a carreira internacional.

O seleccionador Karel Brückner viu-se obrigado a realizar um pequeno corte com o passado e moldar uma equipa onde Baros e Rosicky, a aproximarem-se do pico de carreira, assumam maior importância. O “gigante” Jan Koller permanece de pedra e cal no ataque e foi o melhor marcador da fase de qualificação com 6 golos.

O sector defensivo permanece praticamente intacto desde a última prova internacional, conferindo uma rotina defensiva que poderá revelar-se importante nos jogos equilibrados. O guarda-redes Petr Cech e os defesas Grygera, Rozenhal, Ujfalusi e Jankulovski mantêm-se, havendo agora um maior leque de alternativas.

No meio-campo, o grande apoio dos médios mais ofensivos deverá continuar a ser Tomas Galasek, enquanto Plasil, Jarolim e Polak terão de assumir as despesas do jogo, face à ausência do lesionado Rosicky.

Na fase de qualificação, apesar do avanço inicial da Alemanha, os checos acabaram por conquistar o grupo, com destaque para a vitória em território germânico por 3-0, numa altura que o adversário estava já apurado. A inclusão num grupo que se vai disputar na Suíça não era o mais desejável, devido à proximidade geográfica com a Áustria. Ainda assim, são esperados milhares de checos nas partidas da equipa.

Enquanto República Checa, a selecção ainda não falhou qualquer fase final da prova, conseguindo o 2.º lugar em 1996, perdendo no prolongamento com a Alemanha (1-2), depois de afastar Portugal nos quartos-de-final.

Curiosidades
• Jan Koller foi o melhor marcador da fase de qualificação, com 6 golos.
• A República Checa foi a primeira selecção a perder uma prova internacional com Golo de Ouro, em 1996.
• 2000 foi o único Europeu em que a equipa foi eliminada na fase de grupos.
• Ainda enquanto Checoslováquia, conquistou o título europeu em 1976, na Jugoslávia
• A equipa está há 388 minutos sem sofrer golos fora nas partidas oficiais.
• Pavel Nedved apontou o primeiro golo checo em fases finais de europeus.

Fonte: Record.pt

Portugueses «invadem» Genebra

Junho 7, 2008 · Em Notícias · Comentar 

Adeptos portuguesesO ambiente é de festa em volta do Estádio de Genebra, onde Portugal realiza o primeiro jogo do Euro 2008 frente à Turquia e de procura de bilhete.

O estádio, com capacidade para 30 mil espectadores, está com lotação esgotada e há quem procure bilhetes no mercado “alternativo”. Para isso, recorrem a cartazes onde está escrito “preciso de bilhetes”.

Hoje são esperados em Genebra 25 aviões provenientes de Portugal com adeptos. Uns munidos de bilhetes, outros na esperança de conseguir comprar um no mercado de rua.

Esta manhã os voos da TAP com destino à Suíça estavam mesmo decorados no interior com bandeiras nacionais nos lugares dos passageiros.
Os Estádios do Euro 2008 são mais pequenos do que os principais estádios portugueses, que acolheram o Euro 2004, (Luz 65 mil, Alvalade XXI e Dragão 50 mil), e isso faz com que a lotação esgote rapidamente.

No centro de Genebra dominam as cores de Portugal e Turquia exibidas por adeptos ansiosos pelo jogo desta noite. Muitos portugueses fizeram questão de se deslocar até à Suíça para apoiar a Selecção Nacional, nem que seja apenas no primeiro jogo.

Os escolhidos de Scolari podem, no entanto, continuar a contar com o forte apoio da comunidade portuguesa que desde a chegada a Neuchatel tem sido incansável nas manifestações de carinho à equipa das Quinas. É difícil passear nas ruas de Genebra sem ouvir falar a língua de Camões, mesmo por aqueles que ainda não ostentam as cores da bandeira nacional.

O jogo desta noite é importante para as duas selecções pois todos os pontos contam para a passagem à fase seguinte. O último jogo de Portugal nesta fase é a 15 de Junho, frente à Suíça, e nesta altura já deverá estar definida passagem.

O árbitro do Portugal vs Turquia é o Alemão Herbert Fandel que irá apitar para o início da partida às 20h45 (19h45 em Portugal).

Aqui, no Centro de imprensa instalado no Estádio de Genebra ouve-se o hino nacional, um ensaio para o que irá suceder mais logo, mas nessa altura, acompanhado pelas vozes de milhões de portugueses que vão estar a assistir ao jogo aqui no Estádio e através das transmissões televisivas (em casa ou nos ecrãs gigantes instalados em várias praças portuguesas).

Fonte: Sapo euro 2008

Cerimónia de abertura para recordar

Junho 7, 2008 · Em Notícias · Comentar 

Todos os grandes torneios de futebol ficam marcados por uma espectacular cerimónia de abertura para entreter os adeptos e dar o mote para a fantástica atmosfera do evento desportivo que se vai seguir.

Tradição e inovação
O conceito por detrás da cerimónia de abertura do UEFA EURO 2008™, que antecedeu o encontro inaugural da competição, este sábado, entre a co-anfitriã Suíça e a República Checa, no Estádio St. Jakob-Park, em Basileia, foi da responsabilidade do director artístico Martin Arnaud e da Agência Auditoire. O espectáculo combinou tradição e inovação, destacou a relação entre desporto e cultura e celebrou as tradições locais, sublinhando ao mesmo tempo os valores universais da UEFA: paixão, fair-play, acção, treino, adeptos e glória.

Arte pixel
O espectáculo, que teve a duração aproximada de 13 minutos, teve como estrelas os Pixmen e foi inspirado na moderna arte em pixel. Cerca de 600 voluntários seguraram cubos multicoloridos de forma a criar uma série de imagens gigantes e paisagens. No total, foram 976as pessoas que actuaram durante a cerimónia - a maioria dos quais oriundos da Suíça, mas o espectáculo contou, na globalidade, com membros de 14 países diferentes. O mais idoso dos voluntários que participaram na cerimónia tem 70 anos e o mais jovem apenas 14. A maior parte dos participantes veio da STV-FSG (Federação Suíça de Ginástica) e da Badischer Tumen Bund (Federação Alemã de Ginástica). A cerimónia de abertura contou também com “stilwalkers” que se exibiram a caminhar em cima de andas, arte localmente conhecida como “Gangart”.

Cubos e cor
Os cubos utilizados no evento pesavam, no total, cinco toneladas. Para os produzir foram necessários 15 quilómetros de tecido. Possibilitam mais de 450 combinações de cores. Durante a preparação e os ensaios, foram consumidas mais de 15 mil garrafas de água e 5.600 caixas de refeições, bem como 1.400 sandes. Os fatos dos Pixmen são de tecido muito leve, insuflável, com um pequeno orifício para os encher de ar. As estruturas foram propositadamente desenhadas para a cerimónia. Para concluir o espectáculo foram disparados 900 foguetes pirotécnicos.

Temas e som
A música original foi criada por uma equipa de quatro compositores. Entre os temas e os sons que se ouviram durante a cerimónia estiveram trompas dos Alpes e cantores de tirolês, tradicionais da Suíça e da Áustria; foram evocados retratos do Lago Constance, cujas margens são partilhadas pelas duas nações anfitriãs; os campos verdes suíços e austríacos e o seu cenário típico de Verão também foram aludidos, tal como o branco mágico do Inverno alpino; houve ainda uma justaposição de músicas tradicionais, como a valsa, e música moderna, assinalando a contagem final para o início da acção no relvado.

Bandeiras dos finalistas
O grande final da cerimónia contou com a presença de 16 crianças exibindo as 16 bandeiras dos países participantes na fase final. À frente das crianças seguiu a Miss Suíça 2007, Amanda Amman, de ascendência checa e helvética. Milhares de balões foram libertados durante o espectáculo pirotécnico. Começara o UEFA EURO 2008™.

Fonte: Uefa Euro 2008

Simão quer “começar com uma vitória”

Junho 7, 2008 · Em Notícias · Comentar 

Simão admite que a selecção da Turquia, adversária da Selecção Nacional no encontro de estreia, amanhã, no Euro 2008, é evoluída, “táctica e tecnicamente”, no entanto, o jogador diz que o principal objectivo de Portugal é começar a competição a ganhar.

“Temos vindo a estudar a Turquia. É uma equipa técnica e tacticamente muito boa. Não sabemos como vamos abordar o jogo, mas temos uma ideia e está a ser preparado com o treinador. Sabemos e temos a consciência de que será um jogo complicado, mas o nosso principal obejcitvo é começar o Europeu com uma vitória. para vencer é precido jogar ao ataque, mas com cabeça”, analisou Simão, que não quis assumir o favoritismo de Portugal para a conquista do título Europeu.

“Portugal é um dos favoritos, tal como as restantes selec��ões da Europa, porque se estão aqui é porque têm valor. Sabemos o nosso valor e aré onde podemos chegar. Mas é importante começar bem, sempre com o mesmo pensamento e filosofia de pensar jogo a jogo. Depois, tudo poderá acontecer”, disse o internacional português.

“Vencendo o primeiro jogo, teremos maior tranquilidade nos encontros seguintes. Começámos o Euro 2004 em desvantagem e não queremos passar por essa stuação”, acrescentou.

Fonte: Sapo Euro 2008

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